terça-feira, 12 de junho de 2012

RIO + 20 - 2012

A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável Rio+20, que será realizada na cidade do Rio de Janeiro entre os dias 13 e 22 junho de 2012, contará com representantes dos 193 Estados-membros da ONU e com milhares de participantes dos mais variados setores da sociedade civil.

O credenciamento das delegações oficiais, de representantes da sociedade civil e da imprensa está a cargo da ONU.
A participação brasileira no evento encontra-se sob a coordenação da Comissão Nacional para a Rio+20, criada pelo Decreto 7.495, de 7 de junho de 2011.

Estados membros

A Rio+20 é um processo intergovernamental dirigido pelos Estados-membros das Nações Unidas, com forte engajamento do sistema ONU e da sociedade civil. Diversas reuniões preparatórias dos Estados-membros estão sendo realizadas nos meses que antecedem a Conferência, para discutir o objetivo e os temas propostos. A Conferência contará com a participação de Chefes de Estado e de Governo, bem como de outros representantes, e deverá resultar em documentos consensuais.

Sociedade civil internacional

Desde a Rio-92, a sociedade civil participa de forma essencial na promoção do desenvolvimento sustentável.  De acordo com o sistema das Nações Unidas, os chamados “grupos principais” – organizações não-governamentais, grupos empresariais, comunidades indígenas, autoridades locais, organizações de agricultores, grupos de crianças e jovens, trabalhadores e sindicatos, entidades de mulheres e a comunidade científica e tecnológica, todos terão espaço para representar a sociedade civil.
Para participar, é necessário que a organização esteja registrada na ONU, o que pode ser verificado por meio da lista de organizações que possuem status consultivo no ECOSOC – Conselho Econômico e Social. É bom lembrar que as organizações que participaram de outras conferências estão automaticamente credenciadas.

Indivíduos

A participação de indivíduos também é muito importante para o êxito da Conferência. Todos poderão contribuir com envio de sugestões, divulgação das informações e participação em eventos da Conferência. Antes do evento, o público em geral pode participar por meio de sugestões, escrevendo em alguma das línguas oficiais da ONU (árabe, chinês, espanhol, francês, inglês, russo) para o email: uncsd2012@un.org.
Também é possível participar dos diversos eventos paralelos à agenda intergovernamental que estão sendo planejados para o período de realização da Conferência. Eles acontecerão em áreas reservadas pelo Comitê Nacional de Organização para a sociedade civil e suas programações serão divulgadas oportunamente neste sítio e pela imprensa.

Voluntariado

Você pode participar diretamente da organização da Conferência por meio do nosso programa de voluntariado. Para saber mais sobre essa iniciativa, leia o edital do programa.

O Futuro que Queremos

“Se você pudesse construir o futuro, o que você gostaria de fazer?”. Esta é a pergunta fundamental que as Nações Unidas fazem à sociedade civil na campanha “O Futuro que Queremos”. Pense na maneira em que você gostaria de ver um mundo melhor e participe! Saiba mais detalhes da campanha aqui.

domingo, 10 de junho de 2012

Dicas para cuidar do Planeta


15 dicas para cuidar do planeta

É possível melhorar o ambiente mudando hábitos do cotidiano. 
Se você seguir o roteiro abaixo, também pode colaborar.
  1. Economize água 
  2. Prefira produtos biodegradáveis 
  3. Procure alimentos orgânicos 
  4. Consuma menos carne 
  5. Não crie animais silvestres 
  6. Cultive áreas verdes 
  7. Diminua o uso de embalagens 
  8. Leia os rótulos com atenção 
  9. Evite produtos descartáveis 
  10. Economize energia 
  11. Recicle lixo 
  12. Tenha cuidados com resíduos perigosos 
  13. Evite o transporte individual 
  14. Compre carros eficientes 
  15. Exerça seus direitos

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012


quinta-feira, 17 de março de 2011

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Desenho: o futuro do Brasil A natureza está presente no desenho vencedor do concurso Doodle 4 Google

Mais uma harpia no mundo Filhote da espécie, que está ameaçada de extinção, nasceu em Itaipu

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ODMs em quadrinhos Jogadores de futebol protagonizam uma divertida história sobre os ODMs

Bagunceiros mascarados Revelamos a identidade secreta dos simpáticos guaxinins

Desenho: o futuro do Brasil

- A natureza está presente no desenho vencedor do concurso Doodle 4 Google

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O Planeta Sustentável é um projeto do Grupo Abril para fornecer conhecimento sobre sustentabilidade. Especialmente para as gerações futuras é que existe o Meu Planetinha: uma abordagem infantil sobre o assunto. Se você é pai, mãe ou professor, conheça o conteúdo das publicações da Abril sobre a temática em www.planetasustentavel.com.br

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Caminhada pela água e... pelo saneamento - Planeta Sustentável

 

aprendendo a cada passo

Caminhada pela água e... pelo saneamento

O Planeta Sustentável antecipa as comemorações do Dia da Água – celebrado mundialmente em 22 de março – e promove Caminhada pela Água, com trajeto de seis quilômetros (a mesma distância percorrida diariamente por pessoas sedentas pelo recurso), no dia 20, no Parque Ecológico do Tietê, em SP. O passeio faz parte do movimento mundial da ONG End Water Poverty

- A A +

Débora Spitzcovsky - Edição: Mônica Nunes
Planeta Sustentável - 03/03/2011

Há 18 anos, a ONU – Organização das Nações Unidas proclamou 22 de março como o Dia Mundial da Água, com a intenção de lembrar a humanidade, anualmente, sobre a importância da conservação e do acesso ao recurso para a garantia da vida no planeta. Neste ano, para celebrar a data e levar a mensagem adiante, o Planeta Sustentável, em parceria com os institutos Trata Brasil e Sangari, promoverá a Caminhada pela Água, que faz parte do movimento mundial da ONG End Water Poverty*.

REGULAMENTO - CLIQUE AQUI E SAIBA COMO PARTICIPAR
A atividade, que acontecerá no dia 20 de março, no Parque Ecológico do Tietê, na cidade de São Paulo, oferecerá ao público a oportunidade de caminhar seis quilômetros pelas belíssimas trilhas ambientais do local. A distância do percurso não foi escolhida à toa: seis mil metros é a distância média que pessoas de todo o mundo, que não possuem acesso à água, precisam percorrer, diariamente, para encontrar o recurso – que, muitas vezes, não é nem mesmo potável.
Enquanto caminharem pelas trilhas, os participantes da atividade terão a oportunidade de refletir a respeito do que seria percorrer essa distância com sede e, ainda, se informar sobre a situação da água e do sistema de saneamento básico no mundo. Isso porque encontrarão, pelo caminho, algumas placas informativas com curiosidades sobre o assunto. Você sabia, por exemplo, que:
– o Brasil é o 9º colocado no Ranking Mundial da Vergonha, com 13 milhões de habitantes sem acesso ao banheiro?;
– 57% da população do país não possui coleta de esgoto, o que faz com que morram, todos os dias, sete crianças brasileiras vítimas de diarréia?;
– crianças expostas ao esgoto aprendem 18% menos e, no entanto, apenas 39% das escolas brasileiras possuem coleta de esgoto?
Durante o passeio, que contará com a presença de monitores, os visitantes do Parque ainda poderão conhecer um pouco mais sobre a fauna e a flora do local, já que as trilhas que serão percorridas – entre elas, a famosa “Trilha das Águas”, que passa por lagos, brejos e pelas margens do rio Tietê – são habitadas por animais como o quati e o macaco e, também, por árvores nativas e exóticas.
Pessoas de todas a idades e preparo físico – atletas, sedentários, jovens, crianças e idosos – estão convidados para participar da Caminhada pela Água, já que seu nível de dificuldade é classificado como fácil.
Os interessados podem se inscrever, previamente, enviando nome, idade e CPF por e-mail. Mas atenção! Os primeiros 150 inscritos ganharão camisetas da Caminhada pela Água, sendo que, os primeiros 50 receberão, também, ingressos (um por inscrito) para a exposição Água na Oca*, na Oca do Parque do Ibirapuera (leia a notícia Exposição Água na Oca revela importância do recurso). Quem preferir se inscrever no Parque Ecológico do Tietê, pouco antes da caminhada começar – ela está marcada para as 9h30 -, também pode, mas sem direito a brinde e camiseta.
Antes da caminhada, às 9h, Matthew Shirts, redator-chefe da National Geographic e coordenador do Planeta Sustentável, lançará edição especial sobre água, com a presença de convidados ilustres.
COMO CHEGAR
Veja o mapa do Parque Ecológico Tietê. A melhor forma de chegar ao portão da Oficina Cultural - onde vamos nos encontrar para a Caminhada -, sem se cansar muito, o melhor transporte é o ônibus Jardim Keralux via USP Leste, acessível na parada da estação Penha do metrô. Daí, é só descer na parada em frente ao Parque. Se optar pelo trem, você chegará bem ao parque, mas ainda terá que caminhar cerca de 2km para chegar ao local de encontro.
PARA SABER MAIS
Acompanhe as novidades sobre a Caminhada pela Água, aqui, em nosso site e, também, nas redes sociais: Facebook e Twitter.
CAMINHADA PELA ÁGUA
Data:
20 de março
Horário: 9h às 11h30
Inscrições por e-mail até dia 18, às 16h
Ponto de partida:
Oficina Cultural, na entrada do Parque Ecológico do Tietê
Endereço: Rodovia Ayrton Senna, Km 17 (saiba como chegar no site do Parque)
Leia também:
Especial Água: fundamental e cada vez mais rara

*End Water Poverty
*Instituto Trata Brasil
*Instituto Sangari
*Água na Oca

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Há 18 anos, a ONU – Organização das Nações Unidas proclamou 22 de março como o Dia Mundial da Água, com a intenção de lembrar a humanidade, anualmente, sobre a importância da conservação e do acesso ao recurso para a garantia da vida no planeta. Neste ano, para celebrar a data e levar a mensagem adiante, o Planeta Sustentável, em parceria com os institutos Trata Brasil e Sangari, promoverá a Caminhada pela Água, que faz parte do movimento mundial da ONG End Water Poverty*.

REGULAMENTO - CLIQUE AQUI E SAIBA COMO PARTICIPAR
A atividade, que acontecerá no dia 20 de março, no Parque Ecológico do Tietê, na cidade de São Paulo, oferecerá ao público a oportunidade de caminhar seis quilômetros pelas belíssimas trilhas ambientais do local. A distância do percurso não foi escolhida à toa: seis mil metros é a distância média que pessoas de todo o mundo, que não possuem acesso à água, precisam percorrer, diariamente, para encontrar o recurso – que, muitas vezes, não é nem mesmo potável.
Enquanto caminharem pelas trilhas, os participantes da atividade terão a oportunidade de refletir a respeito do que seria percorrer essa distância com sede e, ainda, se informar sobre a situação da água e do sistema de saneamento básico no mundo. Isso porque encontrarão, pelo caminho, algumas placas informativas com curiosidades sobre o assunto. Você sabia, por exemplo, que:
– o Brasil é o 9º colocado no Ranking Mundial da Vergonha, com 13 milhões de habitantes sem acesso ao banheiro?;
– 57% da população do país não possui coleta de esgoto, o que faz com que morram, todos os dias, sete crianças brasileiras vítimas de diarréia?;
– crianças expostas ao esgoto aprendem 18% menos e, no entanto, apenas 39% das escolas brasileiras possuem coleta de esgoto?
Durante o passeio, que contará com a presença de monitores, os visitantes do Parque ainda poderão conhecer um pouco mais sobre a fauna e a flora do local, já que as trilhas que serão percorridas – entre elas, a famosa “Trilha das Águas”, que passa por lagos, brejos e pelas margens do rio Tietê – são habitadas por animais como o quati e o macaco e, também, por árvores nativas e exóticas.
Pessoas de todas a idades e preparo físico – atletas, sedentários, jovens, crianças e idosos – estão convidados para participar da Caminhada pela Água, já que seu nível de dificuldade é classificado como fácil.
Os interessados podem se inscrever, previamente, enviando nome, idade e CPF por e-mail. Mas atenção! Os primeiros 150 inscritos ganharão camisetas da Caminhada pela Água, sendo que, os primeiros 50 receberão, também, ingressos (um por inscrito) para a exposição Água na Oca*, na Oca do Parque do Ibirapuera (leia a notícia Exposição Água na Oca revela importância do recurso). Quem preferir se inscrever no Parque Ecológico do Tietê, pouco antes da caminhada começar – ela está marcada para as 9h30 -, também pode, mas sem direito a brinde e camiseta.
Antes da caminhada, às 9h, Matthew Shirts, redator-chefe da National Geographic e coordenador do Planeta Sustentável, lançará edição especial sobre água, com a presença de convidados ilustres.
COMO CHEGAR
Veja o mapa do Parque Ecológico Tietê. A melhor forma de chegar ao portão da Oficina Cultural - onde vamos nos encontrar para a Caminhada -, sem se cansar muito, o melhor transporte é o ônibus Jardim Keralux via USP Leste, acessível na parada da estação Penha do metrô. Daí, é só descer na parada em frente ao Parque. Se optar pelo trem, você chegará bem ao parque, mas ainda terá que caminhar cerca de 2km para chegar ao local de encontro.
PARA SABER MAIS
Acompanhe as novidades sobre a Caminhada pela Água, aqui, em nosso site e, também, nas redes sociais: Facebook e Twitter.
CAMINHADA PELA ÁGUA
Data:
20 de março
Horário: 9h às 11h30
Inscrições por e-mail até dia 18, às 16h
Ponto de partida:
Oficina Cultural, na entrada do Parque Ecológico do Tietê
Endereço: Rodovia Ayrton Senna, Km 17 (saiba como chegar no site do Parque)
Leia também:
Especial Água: fundamental e cada vez mais rara

*End Water Poverty
*Instituto Trata Brasil
*Instituto Sangari
*Água na Oca

Caminhada pela água e... pelo saneamento - Planeta Sustentável

quarta-feira, 16 de março de 2011

Radiação na usina é ameaça letal a socorristas no Japão, dizem EUA

Níveis elevados impedem que eles cheguem perto dos reatores.
Operadora de Fukushima Daiichi tenta evitar acidente de maior proporção.

Da Reuters

A principal agência reguladora nuclear dos Estados Unidos informou ao Congresso nesta quarta-feira (16) que os níveis de radiação ao redor da usina nuclear de Fukushima Daiichi, no Japão, podem ameaçar de forma letal os agentes de emergência que tentam evitar um acidente nuclear de grandes proporções no local.

"Acreditamos que nos arredores do reator há altos níveis de radiação, afirmou o diretor da Comissão Reguladora Nuclear, Gregory Jaczko, durante audiência do Subcomitê de Comércio e Energia da Câmara dos Deputados.

"Seria muito difícil para os agentes de emergência chegar perto dos reatores. As doses a que eles poderiam ser submetidos seriam potencialmente letais num curto período de tempo", disse.

Foto de satélite feita nesta quarta-feira (16) pela DigitalGlobe mostra a usina de Fukushima Daiichi. Vapor pode ser visto saíndo dos reatores 2 e 3. Também podem ser vistos danos nos reatores 1 e 4 e em outros prédios. (Foto: AP)Jaczko disse que a agência reguladora tinha informações muito limitadas sobre o que estava acontecendo na usina de Fukushima, no Japão, e que não queria especular muito sobre o assunto.
Ele afirmou ainda que os Estados Unidos não serão afetados pela radiação nociva da usina japonesa e que a área de isolamento ao redor da instalação nuclear era menor do que a sugerida pela agência.
"Além dos três reatores que estavam funcionando no momento do incidente, um quarto reator representa também agora um motivo de preocupação. Esse reator não estava funcionando no momento do terremoto", declarou o presidente da NRC, Gregory Jaczko, durante uma audiência no Congresso.

"Achamos que houve uma explosão de hidrogênio no nível desse reator", explicou.

"Acreditamos que o cilindro de confinamento secundário foi destruído, que não há mais água na piscina onde ficam as varetas de combustível reciclado e que os níveis de radiação estão extremamente elevados, o que poderá comprometer as operações de segurança" realizadas no local para evitar uma catástrofe, acrescentou.
Gregory Jaczko relatou aos parlamentares americanos os últimos acontecimentos da crise japonesa depois de ter se reunido mais cedo com o presidente Barack Obama.
Ele disse que, ante uma situação semelhante, os Estados Unidos teriam estabelecido uma zona de evacuação maior do que as autoridades japonesas, que conduziram uma evacuação em um raio de 20 km, depois ampliado para 30 km.
Essa é a razão pela qual os Estados Unidos pediram a saída dos americanos que vivem a menos de 80 km da central nuclear de Fukushima.
De acordo com vários especialistas, o esvaziamento da piscina de combustível reciclado do reator 4 na central de Fukushima, já quase vazia, é um cenário catastrófico porque poderá expelir com a evaporação uma quantidade de dejeto radioativo similar à da catástrofe de Chernobyl.
Na França, o Instituto de Radioproteção e de Segurança Nuclear (IRSN), estimou que as próximas 48 horas serão cruciais para o restabelecimento do nível de água na piscina de armazenamento de combustível reciclado do reator 4 de Fukushima, com o perigo de um vazamento "muito grande" de dejetos radioativos.

Chefe da agência nuclear da ONU vai ao Japão avaliar risco à usina

Acontecimentos em Fukushima Daiichi são 'muito sérios', diz Yukiya Amano.

Houve danos no núcleo de três reatores após terremoto seguido de tsunami.

Do G1, com agências internacionais



imprimir Os novos acontecimentos na usina nuclear de Fukushima Daiichi são "muito sérios", disse nesta quarta-feira (16) o chefe da agência nuclear da ONU, Yukiya Amano.



Amano, que é um veterano diplomata japonês, anunciou que vai visitar o país nesta quinta para obter mais dados sobre a situação.



"Quero ver como podemos ajudar melhor o Japão", disse em Viena, na Áustria.



Ele afirmou que foram confirmados danos no núcleo de três reatores da usina, bastante afetada pelo terremoto de magnitude 9 seguido de tsunami que atingiu a costa japonesa no dia 11. Mas disse que ainda é cedo para dizer que a situação está "fora de controle".



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Nível de radiação é muito alto e ameaça socorristas, diz chefe de agência reguladora dos EUA

Nova linha de transmissão poderia resolver problema de resfriamento, diz empresa

As autoridades japonesas tentam resfriar os reatores 3 e 4 para evitar um acidente maior que possa provocar um vazamento radioativo de grande escala.



O que mais preocupa é a situação de uma piscina que armazena combustível nuclear usado no complexo de reatores, segundo a agência nuclear da ONU.



"Autoridades japonesas reportaram preocupações com a condição de uma piscina de combustível nuclear usado nas unidades 3 e 4 da usina Fukushima Daiichi", disse a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) em nota.



Segundo o comunicado, o ministro da Defesa do Japão anunciou que helicópteros são utilizados para jogar água sobre o reator número 3, e que as autoridades também estão se preparando para jogar água na unidade 4 a partir de posições em terra.



Com medo do desenvolvimento da crise, países recomendavam que seus cidadãos evitem viagens para as regiões afetadas.



O governo dos EUA pediu aos americanos que evitem ficar em um raio em torno de 80 km da usina. Ou, se não for possível uma retirada segura, que permaneçam fechados dentro de casas.



O Pentágono também declarou esse perímetro de segurança em torno do complexo nuclear japonês.



O governo britânico recomentou a seus cidadãos que considerem a possibilidade de deixar Tóquio e a região.



O Ministério de Relações Exteriores da Alemanha recomendou a seus cidadãos residentes na área metropolitana de Tóquio que abandonem a capital.



Em meio à retirada de estrangeiros, equipes continuavam procurando vítimas do tremor e do tsunami nas regiões costeiras afetadas.



O número oficial de mortos passa de 4.300, mas a expectativa é de que ele cresça.

O país também enfrenta uma crise de desabastecimento.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Mortos por chuvas no Rio chegam a 257 - Últimas Notícias - MSN Estadão

 

Mortos por chuvas no Rio chegam a 257

Mortos por chuvas no Rio chegam a 257

Fábio Motta/AE

"Dezenas de casas foram destruídas em Teresópolis"

RIO, TERESÓPOLIS e NOVA FRIBURGO - Um temporal na região serrana do Rio nesta madrugada provocou a maior catástrofe natural desde 1967 em um só dia no Brasil. Deslizamentos de toneladas de terra, quedas de pedras gigantescas e enxurradas comparadas a tsunamis atingiram moradores, tomaram bairros inteiros e inundaram prédios em segundos. Regiões de Teresópolis, Nova Friburgo e Petrópolis ficaram destruídas ou tomadas pela lama, em um cenário semelhante ao provocado pelo furacão Katrina, que devastou a cidade americana de Nova Orleans, nos Estados Unidos, em 2005. As prefeituras dos três municípios atingidos contam 257 mortes, mas admitem que o número de vítimas pode subir, pois equipes de resgate têm dificuldade de acesso aos locais dos desmoronamentos. Pelo menos três estradas que cortam a região precisaram ser interditadas parcialmente, o que atrapalhou ainda mais o acesso de homens da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros.

A região serrana é formada por montes cobertos pela Mata Atlântica, onde os solos são mais instáveis e mais propensos a deslizamentos. A construção de casas e prédios em vales, próximos a rios, também facilita as formação de enchentes. Em 1988, um temporal havia deixado 171 mortos em Petrópolis, na maior tragédia provocada pela chuva na região serrana até hoje.

Famílias inteiras morreram com a força da enchente ou com deslizamentos. Em alguns pontos, rios subiram até 5 metros e invadiram casas enquanto os moradores dormiam. Centenas de casas foram varridas pela terra que desceu as encostas, arrastando árvores e pedras.

Com ruas e estradas bloqueadas, equipes de buscas têm dificuldade para remover corpos ou tentar resgatar moradores presos sob escombros. A pedido do governador Sérgio Cabral, a Marinha colocou à disposição dois helicópteros para transportar homens e equipamentos do Corpo de Bombeiros para a região serrana. Partes das três cidades ficaram sem água, telefone e energia elétrica.

Até agora, Teresópolis foi o município que registrou o maior número de mortes: 130. A prefeitura decretou estado de calamidade pública e informou que mais de 2 mil pessoas tiveram que deixar suas casas. 'É a maior catástrofe da história do município', declarou o prefeito Jorge Mário Sedlacek.

Segundo a Defesa Civil, 17 bairros foram atingidos por enchentes e deslizamentos. A área mais afetada foi a periferia da cidade, nas regiões conhecidas como Caleme, Poço dos Peixes, Posse e Granja Florestal. Cerca de 800 homens trabalham em equipes de resgate e atendimento aos desabrigados. Moradores tentavam encontrar parentes e carregavam corpos encontrados sob a terra. Uma igreja da cidade foi usada como local para que os mortos pudessem ser reconhecidos.

No município de Nova Friburgo, três bombeiros que tentavam resgatar moradores de um prédio que havia desabado foram soterrados. A cidade ficou praticamente sem comunicação durante todo o dia de hoje, com linhas de telefonia fixa danificadas e sistema precário de telefonia celular. As autoridades confirmaram a morte de 97 pessoas. Uma encosta do município desmoronou e a lama invadiu a Igreja de Santo Antônio. O teleférico de Nova Friburgo, um dos pontos turísticos da cidade, também foi tomado pela terra.

Em Petrópolis, a região mais atingida foi o Vale do Cuiabá, no distrito de Itaipava. Condomínios de classe média-alta, pequenas casas e pousadas foram invadidos rapidamente pela água dos rios Santo Antônio e Cuiabá, que subiram até 4 metros acima do nível normal. Nesta região, 14 pessoas que estavam em um sítio morreram. A força da enxurrada derrubou construções e provocou a morte de pelo menos 30 pessoas na cidade. Segundo a prefeitura, o número de vítimas pode passar de 40 apenas no Vale do Cuiabá.

O vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, sobrevoou a região e visitou as áreas atingidas. O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, e o ministro das Relações Institucionais, Luiz Sérgio, também estiveram nas cidades. A presidente Dilma Rousseff anunciou que sobrevoaria os locais amanhã. O governador Sérgio Cabral, que está fora do País, também deve visitar as cidades nesta quinta-feira.

Em pouco mais de 24 horas, o volume de chuva na região - especialmente em Nova Friburgo - superou em 30% os índices pluviométricos registrados em todo o mês de janeiro do ano passado. A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia é de chuva moderada ou forte na região serrana até o fim da semana.

(Bruno Boghossian, Márcia Vieira, Felipe Werneck, Marcelo Auler, Pedro Dantas, Wilson Tosta, Kelly Lima)

Texto atualizado às 21h50.

Mortos por chuvas no Rio chegam a 257 -  Últimas Notícias - MSN Estadão

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Dana Social

 

Trocando resíduos por flores
Colaboradores "abraçam" o jardim
Imagem: Marcos Massa

Em 2007, nossa operação em Gravataí vivenciou um fato histórico: desativamos e eliminamos o Aterro de Resíduos Industriais Perigosos (ARIP) que havia em nossa operação. Era um depósito que guardava todo o lodo industrial produzido em nossas fábricas gaúchas. Foi um marco muito importante, resultado de um processo de melhoria contínua coordenado pela equipe do SGA.
No lugar, foi inaugurado um jardim de plantas nativas como quaresmeiras, ingás e palmeiras. O jardim fortalece a beleza natural, mas representa muito mais do que isso: é a prova viva de uma gestão ambiental bem planejada e executada, uma vez que o aterro extinto foi construído sob os mais rígidos critérios ambientais. E sempre funcionou com perfeição, monitorado continuamente, minuto a minuto, pelo nosso time do SGA.
Provas disso são as análises do solo e da água subterrânea da área do extinto aterro, que sempre comprovaram que nunca qualquer resíduo nele contido jamais contaminou o meio ambiente gaúcho.

> Leia mais

Dana Social

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Conselho de Ética trocará relator de caso do deputado do castelo

  • Presidente disse que vai destituir Sérgio Moraes (PTB-RS) da função.
    Moraes afirmou que Edmar Moreira (sem partido-MG) era 'boi de piranha'.

Eduardo Bresciani Do G1, em Brasília

 

Ampliar Foto Foto: Diogo Xavier/ Agência Câmara Foto: Diogo Xavier/ Agência Câmara

O presidente do Conselho de Ética, José Carlos Araújo (PR-BA) (Foto: Diogo Xavier/ Agência Câmara)

O presidente do Conselho de Ética da Câmara, José Carlos Araújo (PR-BA), decidiu destituir o deputado Sérgio Moraes (PTB-RS) do cargo de relator do processo contra Edmar Moreira (sem partido-MG), que ganhou notoriedade por ter um castelo de R$ 25 milhões em Minas Gerais.

A reunião para realizar a troca está marcada para esta terça-feira (12). Araújo tenta agora encontrar um substituto para Moraes, mas já tem ouvido recusas. Uma possibilidade prevista no regimento é que o próprio presidente relate o caso.

Moreira é investigado pelo Conselho de Ética por uso irregular de verba indenizatória. Ele apresentou notas de uma empresa da área de segurança de sua propriedade para receber recursos referentes à verba e, segundo investigação na Corregedoria, não conseguiu provar que o serviço foi efetivamente prestado.

Moraes vai perder o cargo por ter adiantado na semana passada sua posição sobre o tema ao dizer que Moreira era “boi de piranha”. O deputado do PTB fez polêmica ainda ao dizer que estava “se lixando para a opinião pública".

Araújo diz que a destituição de Moraes da função acontecerá a pedido de integrantes do conselho. O presidente tinha designado o petebista e mais dois deputados para investigar Moreira em uma subcomissão. Nesta terça-feira, Araújo vai destituir a subcomissão e, consequentemente, nomear outro relator para o caso.

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“Os dois outros deputados que fazem parte da subcomissão estão desconfortáveis na situação porque não foram procurados antes pelo relator. Então eu destituo a comissão e, em acabando a comissão, o relator está fora também”, afirmou Araújo.
O presidente do Conselho de Ética confirmou ter convidado Moreira Mendes (PPS-RO) para a nova relatoria, mas ele recusou. Araújo diz estar fazendo contatos com os colegas e garante que o novo responsável por comandar o processo será nomeado nesta terça-feira.

“Vou querer conversar antes para ver quem aceita, porque senão eu indico e a pessoa declina. Eu entendo que quando o deputado vai para o conselho vai como missão e, como missão, tem que receber e cumprir.”
Moraes, por sua vez, não aceita a destituição. Ele promete ir ao Supremo Tribunal Federal (STF) caso o afastamento se confirme. “Vou ao Supremo discutir porque não existe nada no regimento de que eles possam me afastar. Esse acordão não pode acontecer dentro desta casa. Daqui a pouco, se nomeia um relator, não está gostando, pega e troca ele. Ele [Araújo] me nomeou e agora vai ter que aguentar.”
O atual relator nega que tenha antecipado seu voto no caso do deputado do castelo e afirma que está sendo perseguido por não ter condenado o colega de imediato. Moraes afirmou ainda que uma equipe técnica do Conselho de Ética o aconselhou a não ouvir nenhum depoimento. “Eu não aceitei”, conta.

O relator deseja ouvir Moreira, três deputados que ocuparam a primeira-secretaria na época do ressarcimento ao colega, um técnico responsável pela análise das notas e a pessoa apontada como chefe de segurança do parlamentar. Irritado com a imprensa, Moraes grava agora todas as conversas com jornalistas ao telefone.
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quarta-feira, 22 de abril de 2009

Notícias - iG Educação - Fique em dia com o planeta!

Entenda o momento pelo qual a Terra está passando e conheça atitudes ecocidadãs que podem ajudar a salvá-la.

Parece uma distante – e terrível - profecia. O calor intenso transformará a Floresta Amazônica em uma espécie de cerrado, mais de 1 bilhão de pessoas ficará sem água potável, o derretimento das camadas polares fará com que os oceanos se elevem entre 18 e 58 cm, cidades costeiras como o Rio de Janeiro ficarão submersas, países localizados em ilhas desaparecerão, a biodiversidade diminuirá pela metade, 80% das espécies de corais do mundo sumirão em décadas. Essas podem ser algumas consequências decorrentes do aquecimento global.

Apesar desses dados serem baseados em pesquisas científicas, há ainda muitas dúvidas sobre o assunto. De acordo com relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), órgão da Organização das Nações Unidas (ONU), até o fim do século a temperatura do planeta deve subir entre 1,8ºC e 4ºC. E é provável que essa elevação na temperatura seja causada pelo lançamento exaustivo de gases de efeito estufa pelo próprio homem. Por isso a preocupação de cada um fazer a sua parte.

Dois gases comuns, que colaborariam o aquecimento global, são o dióxido de carbono (CO2) e o metano (CH4). "Pode-se dizer que já é um consenso entre a maioria dos cientistas do planeta que o aquecimento global é causado pelo homem e que irá impactar fortemente os suprimentos de água e comida de muitos habitats", afirma Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil. Estudos apontam que é de 90% a certeza do aquecimento ser decorrente das emissões de gases poluentes.

As consequências desse calor para a vida no planeta Terra - como as citadas acima - ainda são discutíveis. Mesmo assim, como prevenção... Nações do mundo todo estudam e aplicam as mais variadas maneiras para reduzir o problema. Portugal, por exemplo, está instalando um processo que transforma o movimento das ondas do mar em energia. Na Inglaterra, casas foram construídas com duas paredes e um isolante térmico entre elas para segurar o calor no rigoroso inverno. Cada país se adapta de acordo com suas particularidades.

O Brasil, por um lado, é visto como exemplo. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), 85% da energia elétrica produzida é de fonte hidráulica. Portanto, trata-se de uma energia “limpa”. Sendo que, calcula-se, 70% do potencial brasileiro é inutilizando. Qual a importância desses dados? Quase metade do lançamento de CO2 na atmosfera pelos humanos é proveniente da produção de energia e dos processos industriais.

A maior responsável pela liberação de CO2, principal gás poluente (77%), é a produção de energia com cerca de 26%. Em seguida no mesmo quesito gás poluente aparecem, respectivamente, os processos industriais, desmatamento, construção civil, agricultura e outros. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o desmatamento, especialmente da amazônia e do cerrado, é responsável por 75% das emissões de gases do efeito estufa no país. Assim, por outro lado... O Brasil configura a quarta colocação dos países mais poluidores do mundo - atrás da China, dos Estados Unidos e da Indonésia.

Vale lembrar que o Protocolo de Kyoto, tratado que prevê redução de gases poluentes, expira em 2012. Na Convenção Quadro de Mudanças Climáticas das Nações Unidas, a ser realizada na Dinamarca em dezembro de 2009, deve acontecer um novo acordo global sobre o clima. Segundo o IPCC, os países desenvolvidos precisam reduzir entre 25% e 40% suas emissões até o ano de 2020. Os, em desenvolvimento, para 15%. Apesar do esforço previsto, a temperatura deve subir 2ºC de qualquer maneira. Graças a quantidade de gás poluente já emitida.

Para tentar barrar um futuro tão calorento, de modo geral, são aplicadas políticas públicas como de incentivo fiscal para empresas de adequarem. Investirem em novas e limpas tecnologias. Barrarem o desmatamento. Afinal, uma grande mudança requer uma generosa escala. Principalmente, no país tropical atendido por Brasil e considerado a nona maior economia do planeta.

Se cada um é mais um na multidão, o que fazer para ajudar na luta contra o aquecimento global? Apagar as luzes dos cômodos vazios, retirar os aparelhos eletrônicos da tomada quando forem inutilizados, tomar banhos rápidos, fechar a torneira ao escovar os dentes, usar a máquina de lavar e de louça com capacidade lotada, lavar a calçada com vassoura no lugar da água corrente, carregar sacolas retornáveis para evitar os sacos plásticos... São hábitos que deveriam fazer parte do cotidiano de todo brasileiro com acesso a essas facilidades.

Talvez, este seja o momento para mais. Confira dez dicas ecocidadãs para ajudar a salvar o planeta do aquecimento global e da poluição em geral:

- Apenas compre um produto quando for realmente necessário – seja roupa, acessórios, celulares, carros, eletrônicos ou outros;
- Fique atento ao prazo de validade e ao preparar os alimentos. Adquira ou apronte a quantidade ideal para a ocasião. Evite o desperdício;
- Solicite coleta seletiva no seu bairro ou cidade;
- Entre em contato com instituições que recolhem óleo de cozinha para saber aonde deve destinar o seu. Jamais jogue na pia;
- Cuide de praças, canteiros ou locais públicos arborizados. Inclusive, cultive árvores e plantas dentro do seu condomínio ou residência;
- Prefira o transporte público. Se ele for precário, sugira melhorias para a sua cidade;
- Não jogue no lixo comum baterias ou pilhas. Entre em contato com o fabricante ou comerciante para se informar sobre o recolhimento das usadas;
- Não compre terrenos ou construa edifícios em locais de preservação ambiental;
- Faça turismo consciente. Não retire nada da praia - como conchas -, da montanha – como flores - ou qualquer outro habitat natural visitado. Apenas observe as belas minúcias da natureza;
- Nunca jogue lixo na rua independente de onde estiver e do material que for. Mesmo um papel de bala pode causar problemas ao meio ambiente e transtorno para a população;
- Exija sempre dos poderes públicos ou das empresas privadas o cuidado com o meio ambiente. Uma maneira é optando, quando possível, pelo serviço prestado por aquele que respeita o planeta.

Por onde o Brasil polui?

Segundo dados do Climate Analysis Indicators Tool (CAIT), do Instituto de Recursos Mundiais (WRI, em inglês), o Brasil emana os gases poluentes devido às atividades:

59% - desmatamento
24% - agricultura
5% - transporte
4% - indústria manufatureira e de construção civil
2% - produção de eletricidade e calor
2% - lixo
4% - outros

Segundo o Ministério da Ciência e Tecnologia, os números são:

75,4% - mudança no uso da terra e florestas
9,2 % - energia em transporte
8,8% - energia industrial
4,1% - energia em outros setores
2,5% - geração de energia

*A diferença dos valores pode ser, entre outros, devido à diferença dos anos pesquisados e aos tipos de análises realizadas. Porém em ambas as pesquisas o desmatamento aparece como principal problema.

Leia mais sobre: Dia Mundial da Terra

Notícias - iG Educação - Fique em dia com o planeta!

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Onde levar produtos recicláveis.

RotaReciclagem 

O que é?


O site Rota da Reciclagem é mais uma ação da Tetra Pak a favor da reciclagem e em defesa do meio ambiente. Este espaço mostra de forma didática como qualquer pessoa interessada pode participar do processo de separação e entrega das embalagens longa vida para a reciclagem. Informa ainda onde estão localizadas as cooperativas de catadores, as empresas comerciais que trabalham com compra de materiais recicláveis e os pontos de entrega voluntária (PEV) que recebem embalagens da Tetra Pak.

Este é um serviço que está em constante atualização e VOCÊ pode contribuir bastante para isso. Caso conheça alguma iniciativa de coleta seletiva, seja ela Cooperativa, Comércio ou PEV, que não esteja listada; nos informe para que possamos incluí-la! Assim podemos trabalhar juntos para aumentar essa cadeia de reciclagem! Use os campos do Cadastre-se ou Entre em Contato para enviar as informações

Acesse, use, faça suas observações, proteja o meio ambiente você também!

Entenda os ícones
No site da Rota da Reciclagem você vai encontrar sempre três ícones nos mapas de entrega de material reciclável. São os PEVs (Pontos de Entrega Voluntária), conhecidos também como LEVs, as Cooperativas e os estabelecimentos comerciais. Todos estes locais recebem embalagens da Tetra Pak e são a porta de entrada da cadeia de reciclagem. Vamos conhecer melhor cada um deles:

PEV - (Ponto de Entrega Voluntária)
São os locais que recebem embalagens longa vida (entre outros materiais) para serem enviados à reciclagem. É o primeiro passo do processo, onde o material doméstico (pouco volume) geralmente é entregue. Boa parte das cidades já conta com estes postos, onde as pessoas podem depositar diretamente o material que separaram em casa.

Cooperativas
Iniciativas sociais que trabalham com a coleta e triagem do material reciclável (inclusive embalagem longa vida) para beneficiamento e envio aos recicladores. A maior parte do material coletado vem do trabalho dos catadores cooperados ou dos programas de coleta seletiva municipais.

Comércios
Locais que compram material longa vida (e outros materiais recicláveis) para beneficiamento e envio aos recicladores. Eles adquirem o material, geralmente em grande quantidade, principalmente das cooperativas. Após a fase da coleta, as embalagens longa vida, já enfardadas, são enviadas às empresas recicladoras, que vão se encarregar de separar os elementos que compõem as embalagens e transformá-los em matéria-prima para uma série de aplicações.

Você
Mostra a localização do endereço digitado para busca.

O que é?

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Brasil - Hora do Planeta

planeta_tierra_fondo_blanco O que você pode fazer
Desligar as luzes por uma hora é um bom começo. Porém, existem muitas outras coisas que você pode fazer para contribuir para o sucesso do Earth Hour 2009.
  • Cadastre-se agora. Faça parte do Earth Hour e obtenha dicas e ferramentas úteis para reduzir a sua pegada de carbono todos os dias.
  • Informe um Amigo. Ainda melhor – fale com eles, sua família e até seus colegas de trabalho. Incentive-os a se cadastrarem. Mande-lhes um e-mail com um link para este website e mobilize mais pessoas!
  • Conte a Sua História: A Rede WWF está colecionando histórias sobre como as mudanças climáticas vêm modificando a vida das pessoas. Visite a página Testemunhas do Clima e deixe seu depoimento em português ou em inglês.
Inclua a Hora do Planeta no rodapé dos e-mails
Faça do download do GiverSign e adicione ao seus e-mails ou ao seu blog um selo para ajudar a divulgar a Hora do Planeta. Conte para todo mundo que você aderiu a este movimento e incentive seus amigos a participar!

Brasil - Hora do Planeta

Vamos participar

Hora do Planeta 2009
A Hora do Planeta é um ato simbólico no qual governos, empresas e a população de todo o mundo são convidados a demonstrar sua preocupação com o aquecimento global e as mudanças climáticas. O gesto simples de apagar as luzes por sessenta minutos, possível em todos os lugares do planeta, tem o significado de chamar para uma reflexão sobre o tema ambiental.
Conhecido mundialmente como Earth Hour, a Hora do Planeta será promovida no País pela primeira vez pelo WWF-Brasil e conta com a adesão e apoio do Rio de Janeiro , a primeira cidade brasileira a aderir à iniciativa.
Em 2009, a Hora do Planeta será realizada no dia 28 de março, das 20h30 às 21h30, e pretende contar com a adesão de mais de mil cidades e 1 bilhão de pessoas em todo o mundo. Mais de 170 cidades de 62 países já confirmaram sua adesão à Hora do Planeta.
Realizada pela primeira vez em 2007, a Hora do Planeta contou com a participação de 2,2 milhões de moradores de Sidney, na Austrália. Já em 2008, o movimento contou com a participação de 50 milhões de pessoas, de 400 cidades em 35 países. Simultaneamente apagaram-se as luzes do Coliseu, em Roma, da ponte Golden Gate, em São Francisco e da Opera House, em Sidney, entre outros ícones mundiais.
Cadastre-se já no site Hora do Planeta e participe também deste movimento. planeta

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Água para o Planeta




Água para o planeta (e dinheiro no bolso)

Marcelo Faria, Analista de Processos em Campo Largo (PR), na Dana desde 1999, economiza água da natureza e dinheiro do bolso. Ele construiu em sua casa um sistema que coleta e reaproveita água da chuva. Funciona assim: as calhas da casa desviam a chuva para um reservatório. A água é então filtrada e reaproveitada para a descarga do vaso sanitário, irrigação do jardim e até para lavar o carro. É um sistema simples que traz economia de até 45% na conta de água mensal.“Se todo mundo fizer a sua parte, não estaremos mais agredindo tanto o meio ambiente”, orgulha-se Marcelo, que não quer parar por aí. Em 2008, ele pretende construir uma caixa de compostagem, na qual se coloca lixo orgânico (cascas de frutas, por exemplo), serragem ou areia que, com o tempo, se decompõe e se transforma em adubo orgânico.Exemplo similar vem de José Cláudio Martins, na Dana desde 1998, Supervisor da Qualidade e Meio Ambiente de Campo Largo (PR), que também fez na casa em que morou até 2007 um sistema que reaproveita a água usada na máquina de lavar. O engenho canaliza a água da máquina para uma caixa de mil litros. O líquido – que já continha um pouco de sabão e água sanitária – é então tratado com cloro e usado para limpezas gerais, como calçada e quintal, gerando economia não só de água, mas também de sabão. “É uma ajuda à companhia de água, ao meio ambiente e ao nosso bolso”, sorri José, que credita a idéia à esposa, Rosângela.


Outro que também gosta de inventar coisas para poupar a natureza é Lindomar Moraes dos Santos, Operador de Cardans, em Gravataí (RS), na Dana desde 1984. Ele também criou um sistema para reaproveitar água em casa, mas com uma economia a mais: de energia elétrica. Funciona assim: a água da chuva armazenada numa caixa vai para a máquina de lavar, para o tanque de lavar roupa ou para a descarga do vaso sanitário. E parte da energia elétrica usada no sistema de bombeamento vem de um cata-vento que ele mesmo construiu em cima da casa, usando peças de bicicletas velhas.“Além de economizar água, também reduzo o material que vai para o esgoto. Se todo mundo fizesse um pouco disso, muitos problemas ambientais seriam evitados”, acredita o inventor, que economiza 40% na conta mensal de água.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

O calendário de conta longa é apenas um entre os vários que os maias usavam. Assim como os nossos meses, anos e séculos, ele se estrutura em unidades de tempo cada vez maiores. Cada 20 dias formam um “mês”, ou uinal. Cada 18 uinals, 1 tun, ou “ano”, cada 20 tuns faziam um katun e assim sucessivamente. Enquanto o nosso sistema de contagem de séculos não leva a um fim, o calendário de conta longa maia dura cerca de 5.200 anos e se encerra na data 13.0.0.0.0, que para muitos estudiosos (não há um consenso a respeito) corresponde ao nosso 21/12/2012.
Isso não significa que eles esperassem pelo fim do mundo naquele dia. “Os povos ameríndios não tinham apenas uma concepção linear de tempo, que permitisse pensar num fim absoluto”, diz Eduardo Natalino dos Santos, professor de história da América Pré-hispânica da USP. “Em nenhum lugar se diz que o ciclo que estamos vivendo seria o último.” A maioria dos estudiosos acredita que, após chegar à data final, o calendário se reiniciaria. Assim como, para nós, o 31 de dezembro é sucedido pelo 1 de janeiro, para eles o dia 22/12/2012 corresponderia ao dia 0.0.0.0.1.
[Galileu]

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VAMOS PROTEGER NOSSO PLANETA

Tudo Passará

Chico Xavier - Tudo Passará From: rczago, 4 months ago
Chico Xavier - Tudo Passará
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